Pular para o conteúdo principal

Bênção imediata

Deus não se atrasa. Ele responde imediatamente. Com urgência. Rapidamente.


Foi assim com o leproso em Jerusalém. Jesus disse: “fica limpo!”. Imediatamente ele ficou limpo da lepra (Mt 8.3).

Também com os dois cegos em Jericó. Jesus tocou-lhes nos olhos e imediatamente eles recuperaram a visão (Mt 20.34).

Com a mulher do fluxo de sangue (Mc 5.30), com a filha de Jairo (Mc 5.42), com o paralítico na porta Formosa (At 3.7) e também com Enéias de Lida (At 9.34). Todos eles foram abençoados imediatamente.

Deus é Deus de bênção imediata. Não se atrasa em abençoar. Mas, o que é preciso para ter a bênção imediata?

1. Ter fé.

Se você crer e não duvidar, os montes se moverão (Mc 11.23). Hoje, não amanhã. Imediatamente. A fé invoca a ação sobrenatural de Deus. A fé atrai o poder de Deus a favor daquele que a manifesta. É um ímã do poder de Deus. A fé pára o universo, abala as estruturas da criação. Creia e tenha a bênção imediata.

2. Clamar

Você tem clamado a Deus? Porque a promessa é que Ele acode ao necessitado que clama e também ao aflito e ao desvalido (Sl 72.12). Qual é sua necessidade? Clame a Deus para vê-la atendida. Você está aflito? Clame a Deus para obter resposta. Você se sente inválido, desvalorizado, impotente? Clame a Deus para vencer. Quando clamamos declaramos nossa fé em Deus. Nos colocamos na posição de receber.

3. Agir por fé

A fé se consuma pelas obras (Tg 2.22). O que isto significa? Que não basta ter fé e ficar numa postura passiva de expectativa. É preciso agir. Dar o passo de fé. Aceitar o desafio. Entrar nas campanhas de oração. Participar dos cultos. Ler a Bíblia. De modo prático: mandar o currículo se precisa do emprego; conversar se precisa arrumar o casamento; procurar um médico para ter o diagnóstico; relacionar as pendências se precisa organizar as finanças e assim por diante.

Você pode ter a bênção imediata de Deus. Basta crer, clamar e agir.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Vai melhorar. Você crê?

Inflação subindo. Corrupção como uma crosta difícil de ser tirada. Violência. Ineficiência nos serviços públicos. Materialismo exacerbado. Culto ao individualismo. Sensibilidade emocional em evidência (quase tudo é considerado bullying , talvez até este artigo). Família quase deixando de ser família. A lista pode ser longa. Há uma luz no fim do túnel. Você crê? Houve um tempo em que as pessoas eram identificadas pela fé. Os romanos criam em seus deuses, assim como os egípcios, os chineses, os babilônios e por aí vai. Estudar história é estudar a religião dos povos. Milênios depois desta época o ciclo dá mostras de que vai se repetir. Os muçulmanos tem um papel preponderante nisto. Seu radicalismo tem forçado a definição religiosa do resto do mundo. Exemplo disto foi a declaração do primeiro ministro britânico, David Cameron, dizendo, por ocasião da Páscoa, que a Inglaterra é uma nação cristã e que não podiam desprezar a fé q...

Caso Bruno

Dê uma lida neste artigo do Apóstolo César Augusto sobre o caso Bruno. O Caso Bruno e a Justiça que age. Casos de extrema violência, motivados por futilidade, nos chocam a todos. O Brasil está estarrecido com essa história do crime que vitimou Eliza Samúdio. Uma mulher que foi estraçalhada pelo egoísmo e pela covardia de homens que não conhecem limites. Para sequestrar uma pessoa e mantê-la sob a torturante iminência da morte é preciso não considerá-la uma igual. O que vemos nesse caso é a coisificação da vítima. Eliza foi encarada desde o início como um objeto a ser adquirido, manuseado, usado e descartado. As pessoas discutem se a vítima teve alguma responsabilidade pelo que lhe sobreveio, mas esse é um discurso perigoso e que pode favorecer a injustiça. O fato é que ela era uma mulher, uma jovem, que foi cruelmente assassinada a mando de um homem que a enxergou apenas como um “transtorno” e não como uma pessoa. Acontece que esse tipo de visão com relação ao outro é extre...

Que botão você tem apertado?

Todo ser humano, ao nascer, ganha um elevador. Ele já vem com o botão que leva para baixo apertado. Durante a vida a pessoa tem que apertar o botão que sobe. Caso não faça isto o final é terrível. Isto lembra a história de dois homens que viviam na mesma cidade. Um deles era rico. O outro pobre. O rico vivia no luxo. O pobre, mendigando no portão, desejando comer do que sobrava do rico. Certo dia os dois morreram. O mendigo apertou o botão que sobe. Já o rico... Muita gente, hoje em dia, vive assim. Uns na aparente auto-suficiência das riquezas. Outros, na miséria. Natural e espiritual. Ambos têm que apertar o botão certo. Quando Jesus contou a história do rico e do mendigo Lázaro, uma observação superficial poderia levar à conclusão de que é preciso sofrer para ir ao céu e que os ricos são fadados ao tormento eterno. Ambos podem ser figuras de crentes. O rico poderia ser aquele grupo de pessoas que tem sido abençoado nas igrejas e que desenvolve uma auto-suficiência espiritual a pont...